PORTUGUÊS
Um mundo cheio de frequências
A sensibilidade auditiva varia conforme a frequência. Estudos com potenciais evocados e testes comportamentais mostram boa sensibilidade canina em faixas que incluem frequências mais altas que as mais relevantes para humanos. Isso ajuda a explicar reações a apitos, eletrônicos e ruídos que podem passar despercebidos para nós.
Filhotes não nascem com o sistema auditivo totalmente maduro. Em beagles acompanhados nas primeiras semanas, os limiares melhoraram rapidamente e a faixa audível se ampliou durante o desenvolvimento.
Sensibilidade pede cuidado
Ouvir frequências altas não significa que todo som seja necessariamente doloroso. Intensidade, distância, duração, previsibilidade e possibilidade de afastamento importam. Fogos, ferramentas, alarmes e ruídos súbitos podem gerar medo mesmo sem lesão auditiva.
Não teste a audição produzindo sons intensos perto do animal. Falta de resposta, sustos incomuns, mudança na localização de sons, coceira, secreção ou dor de ouvido justificam consulta. Perdas leves ou unilaterais podem passar despercebidas em casa.
FONTES & LEITURA CIENTÍFICA
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